Dilma, a inatacável

*Por Greco Costa:

Defender Dilma Rousseff e seu legado político deveria ser tarefa de todo democrata brasileiro, sobretudo no campo da esquerda.

Dilma foi responsável direta por alguns dos melhores anos da história do Brasil. Pode-se afirmar isso sem exagero ou fanatismo, são dados concretos. Olha que somos de um setor onde seu governo errou, a Cultura.

Em tempos que é moda bradar “representatividade importa” aos quatro cantos, o fato de ter sido a única presidente da república mulher nesse país, o grelo dos trabalhadores na geopolítica mundial, a única mão feminina no BRICS, já seria motivo para sua defesa incondicional.

Mas foi durante o governo Dilma que o país atingiu os melhores índices de sua história. Literalmente. Da menor taxa de desemprego à maior segurança alimentar.

Outro fato fundamental de ser sempre lembrado é que, fora Educação e Relações Exteriores, quase todas as principais políticas dos governos Lula vieram das pastas que Dilma foi ministra.

É urgente que a esquerda petista – seus eleitores, sua aguerrida militância e, principalmente, seus quadros e lideranças – compreendam a importância de se defender e justiçar a sua imagem, que está intrinsecamente relacionada ao Partido dos Trabalhadores!

É urgente também a compreensão que não é fazendo coro ao senso comum da opinião publica(da) junto ao Partido da Imprensa Golpista que combateremos o antipetismo, que ganharemos eleições e que derrotaremos as políticas golpistas do regime vigente.

Dilma Rousseff é uma heroína da pátria brasileira e sempre terá no Saravá Cultural seus soldados.

*Greco Costa é músico e integrante do Saravá Cultural.

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