Minhas cores, minha Pátria

Quero minha bandeira e meu verde e amarelo de volta. Quero meu direito de usar estes símbolos sem carregar o estigma que lhe foram infringidos por um desgoverno que tem como política deflagar o ódio e a mentira.


Fomos usurpados de forma vil de dois maiores símbolos nacionais, nossa bandeira e suas cores.
Este processo se deu de forma lenta mas contínua, onde uma classe que se considera superior a maioria dos brasileiros, mais digna e seguidoras de um “Deus” que, de boa, não é o mesmo que o meu, e que se apresentam como salvadores da Pátria.


Da mesma forma que a Alemanha nazista e a Itália fascista se apropriaram dos símbolos nacionais em seus países, respectivamente, em prol do conservadorismo e de uma pseudo salvação nacionalista, representantes da família e dos bons costumes, vemos com triste similaridade o mesmo ocorrer em um Brasil dividido, partido.


Não podemos e não devemos abrir mãos dos símbolos que nos remetem a uma unidade federativa, o que nos torna uma nação, um país. Caso aceitemos isto, será nós contra eles, reforçaremos a posição dos conservadores.

Ao reivindicarmos nossa bandeira e nossas cores, e toda e qualquer simbologia que nos faz ter o sentimento de pertencimento como nação, estaremos quebrando a visão criada por estes usurpadores, pois inverteremos o debate.

Caberá a eles explicar porque uma parcela significativa da sociedade brasileira é considerada não merecedora de usar e defender as cores que nos representam como uma federação.

Marcus Gatto é Produtor cultural e Designer.




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